<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed
	xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0"
	xml:lang="pt-BR"
	>
	<title type="text">Rádio RPC </title>
	<subtitle type="text">Evangelizando através da Música!!</subtitle>

	<updated>2020-08-15T19:49:32Z</updated>

	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net" />
	<id>https://site.radiorpc.net/feed/atom/</id>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://site.radiorpc.net/feed/atom/" />

	<generator uri="https://wordpress.org/" version="6.7.4">WordPress</generator>
<icon>https://site.radiorpc.net/wp-content/uploads/2020/06/cropped-iconi-32x32.png</icon>
	<entry>
		<author>
			<name>Administrador</name>
							<uri>https://site.radiorpc.net</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Secretarias estaduais de saúde lança pesquisa que pode contribuir na gestão orçamentária do SUS]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/secretarias-estaduais-de-saude-lanca-pesquisa-que-pode-contribuir-na-gestao-orcamentaria-do-sus/" />

		<id>https://site.radiorpc.net/?p=597</id>
		<updated>2020-08-15T19:49:32Z</updated>
		<published>2020-08-15T19:49:32Z</published>
		<category scheme="https://site.radiorpc.net" term="Saúde" />
		<summary type="html"><![CDATA[Com o objetivo de entender os principais obstáculos que dificultam a execução e o combate à Covid-19 pelos municípios, o Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde (CONASEMS) lançou a pesquisa “Gestão Orçamentária e Financeira do SUS”. A partir dos resultados, o intuito é buscar a redução das barreiras relacionadas à percepção de risco nas [&#8230;]]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://site.radiorpc.net/secretarias-estaduais-de-saude-lanca-pesquisa-que-pode-contribuir-na-gestao-orcamentaria-do-sus/"><![CDATA[<p>Com o objetivo de entender os principais obstáculos que dificultam a execução e o combate à Covid-19 pelos municípios, o Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde <a href="https://www.conasems.org.br/">(CONASEMS)</a> lançou a pesquisa “Gestão Orçamentária e Financeira do SUS”. A partir dos resultados, o intuito é buscar a redução das barreiras relacionadas à percepção de risco nas contratações públicas.</p>
<p>O trabalho, que foi desenvolvido em parceria com a Fundação Getulio Vargas <a href="https://eaesp.fgv.br/">(FGV/EAESP)</a>, a Universidade da Califórnia, a Universidade de Zurique e a London School of Economics, foi feito por meio de aplicação de um questionário específico, enviado pelos apoiadores da Rede Colaborativa Conasems-Cosems, aos gestores municipais de saúde ou aos responsáveis técnicos da área.</p>
<p>A primeira etapa do levantamento vai começar no dia 17 de agosto de 2020, por meio de um questionário simples, em plataforma de fácil acesso, contendo somente cinco questões. Os resultados serão utilizados no entendimento dos principais desafios da gestão pública da saúde do país e viabilizar possíveis soluções desses problemas.</p>
<p>A pesquisa busca ainda indicar soluções com potencial de aumentar a alocação de recursos para serviços públicos de saúde, sobretudo os provenientes de repasses federais. Dessa forma, os governos municipais teriam mais efetividade, principalmente na resposta às demandas urgentes geradas pela pandemia, com processos de execução dos recursos recepcionados e a eficiência dos gastos no SUS.</p>
<p>Fonte: <a href="https://brasil61.com/noticias/secretarias-estaduais-de-saude-lanca-pesquisa-que-pode-contribuir-na-gestao-orcamentaria-do-sus-bras201335" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil 61</a></p>
]]></content>
		
					<link rel="replies" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/secretarias-estaduais-de-saude-lanca-pesquisa-que-pode-contribuir-na-gestao-orcamentaria-do-sus/#comments" thr:count="0" />
			<link rel="replies" type="application/atom+xml" href="https://site.radiorpc.net/secretarias-estaduais-de-saude-lanca-pesquisa-que-pode-contribuir-na-gestao-orcamentaria-do-sus/feed/atom/" thr:count="0" />
			<thr:total>0</thr:total>
			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Administrador</name>
							<uri>https://site.radiorpc.net</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[FGTS vai distribuir R$ 7,5 bilhões para trabalhadores a partir de 31 de agosto]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/fgts-vai-distribuir-r-75-bilhoes-para-trabalhadores-a-partir-de-31-de-agosto/" />

		<id>https://site.radiorpc.net/?p=594</id>
		<updated>2020-08-15T19:32:34Z</updated>
		<published>2020-08-15T19:32:34Z</published>
		<category scheme="https://site.radiorpc.net" term="News" />
		<summary type="html"><![CDATA[O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a distribuição de R$ 7,5 bilhões aos trabalhadores. Os pagamentos para as pessoas que contribuem como fundo começam já no próximo dia 31 de agosto. O valor a ser distribuído corresponde a 66,22% do lucro do FGTS no ano passado, que chegou [&#8230;]]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://site.radiorpc.net/fgts-vai-distribuir-r-75-bilhoes-para-trabalhadores-a-partir-de-31-de-agosto/"><![CDATA[<p>O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a distribuição de R$ 7,5 bilhões aos trabalhadores. Os pagamentos para as pessoas que contribuem como fundo começam já no próximo dia 31 de agosto. O valor a ser distribuído corresponde a 66,22% do lucro do FGTS no ano passado, que chegou a R$ 11,3 bilhões.</p>
<p><a href="https://brasil61.com/noticias/auxilio-emergencial-ajuda-a-baixar-pobreza-extrema-no-brasil-bras201108">Auxílio Emergencial ajuda a baixar pobreza extrema no Brasil</a></p>
<p><a href="https://brasil61.com/noticias/onyx-lorenzoni-diz-que-renda-brasil-tambem-deve-mirar-na-reducao-do-desemprego-bras201178">Renda Brasil deve mirar na redução do desemprego, diz ministro da Cidadania</a></p>
<p>O FGTS rende 3% ano, de acordo com a lei. Com a distribuição dos lucros, o rendimento em relação a 2019 vai ser de 4,9%. Essa diferença é a que vai incidir sobre o dinheiro que o trabalhador tinha no fundo até o dia 31 de dezembro. Ou seja, para cada R$ 100 que tinha no FGTS, o cidadão vai receber R$ 1,90.</p>
<p>De acordo com a Caixa Econômica Federal, 167 milhões de contas ativas e inativas vão receber a distribuição do lucro do FGTS. O órgão afirmou que o valor médio distribuído por conta vai ser de R$ 45. Cada trabalhador vai poder consultar o saldo no aplicativo APP FGTS, no <a href="http://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/Paginas/default.aspx">site</a> ou pelo internet banking da Caixa.</p>
<p>Fonte: <a href="https://brasil61.com/noticias/fgts-vai-distribuir-r-7-5-bilhoes-para-trabalhadores-a-partir-de-31-de-agosto-bras201309" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil 61</a></p>
]]></content>
		
					<link rel="replies" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/fgts-vai-distribuir-r-75-bilhoes-para-trabalhadores-a-partir-de-31-de-agosto/#comments" thr:count="0" />
			<link rel="replies" type="application/atom+xml" href="https://site.radiorpc.net/fgts-vai-distribuir-r-75-bilhoes-para-trabalhadores-a-partir-de-31-de-agosto/feed/atom/" thr:count="0" />
			<thr:total>0</thr:total>
			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Administrador</name>
							<uri>https://site.radiorpc.net</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Agricultores brasileiros que utilizam tecnologia na produção rural já são mais de 80%, aponta pesquisa]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/agricultores-brasileiros-que-utilizam-tecnologia-na-producao-rural-ja-sao-mais-de-80-aponta-pesquisa/" />

		<id>https://site.radiorpc.net/?p=591</id>
		<updated>2020-08-15T19:30:32Z</updated>
		<published>2020-08-15T19:30:32Z</published>
		<category scheme="https://site.radiorpc.net" term="News" />
		<summary type="html"><![CDATA[Pesquisa aponta que 84% dos produtores rurais brasileiros utilizam ao menos uma tecnologia digital como ferramenta de apoio na produção agrícola. O levantamento foi feito pela Embrapa,  Sebrae e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e ouviu 750 agricultores, empresas e prestadores de serviços no setor, em todos os estados do país, além do [&#8230;]]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://site.radiorpc.net/agricultores-brasileiros-que-utilizam-tecnologia-na-producao-rural-ja-sao-mais-de-80-aponta-pesquisa/"><![CDATA[<p>Pesquisa aponta que 84% dos produtores rurais brasileiros utilizam ao menos uma tecnologia digital como ferramenta de apoio na produção agrícola. O levantamento foi feito pela Embrapa,  Sebrae e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e ouviu 750 agricultores, empresas e prestadores de serviços no setor, em todos os estados do país, além do Distrito Federal.</p>
<p>Mais de 70% dos trabalhadores ouvidos disseram que utilizam a internet para pesquisar assuntos relacionados à agricultura. As redes sociais, como o Facebook e WhatsApp, foram apontadas por 57,7% dos agricultores como importantes meios obter ou divulgar informações relacionadas à sua propriedade e até mesmo para comprar insumos ou comercializar o que produz em suas terras.</p>
<p><strong><a href="https://brasil61.com/noticias/plataforma-virtual-promete-agilizar-cadastro-ambiental-rural-bras201022" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Plataforma virtual promete agilizar Cadastro Ambiental Rural</a></strong></p>
<p>Entretanto, problemas de conectividade em áreas rurais, segundo 61,4% de quem respondeu a pesquisa, são o principal entrave para o desenvolvimento da agricultura digital. Segundo os pesquisadores das entidades que desenvolverem o levantamento, o objetivo da pesquisa é aprimorar as estratégias no setor produtivo e facilitar a implementação de políticas públicas no segmento.</p>
<p>Fonte: <a href="https://brasil61.com/noticias/agricultores-brasileiros-que-utilizam-tecnologia-na-producao-rural-ja-sao-mais-de-80-aponta-pesquisa-bras201300" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil 61</a></p>
]]></content>
		
					<link rel="replies" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/agricultores-brasileiros-que-utilizam-tecnologia-na-producao-rural-ja-sao-mais-de-80-aponta-pesquisa/#comments" thr:count="0" />
			<link rel="replies" type="application/atom+xml" href="https://site.radiorpc.net/agricultores-brasileiros-que-utilizam-tecnologia-na-producao-rural-ja-sao-mais-de-80-aponta-pesquisa/feed/atom/" thr:count="0" />
			<thr:total>0</thr:total>
			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Administrador</name>
							<uri>https://site.radiorpc.net</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[MP libera quase R$ 2 bilhões para produção de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/mp-libera-quase-r-2-bilhoes-para-producao-de-100-milhoes-de-doses-da-vacina-contra-a-covid-19/" />

		<id>https://site.radiorpc.net/?p=588</id>
		<updated>2020-08-15T19:29:01Z</updated>
		<published>2020-08-15T19:29:01Z</published>
		<category scheme="https://site.radiorpc.net" term="Saúde" />
		<summary type="html"><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro assinou, na última quinta-feira (6), Medida Provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para a produção e distribuição de 100 milhões de doses de uma das vacinas testadas contra a Covid-19. Trata-se do imunizante produzido pelo laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford e que está em fase [&#8230;]]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://site.radiorpc.net/mp-libera-quase-r-2-bilhoes-para-producao-de-100-milhoes-de-doses-da-vacina-contra-a-covid-19/"><![CDATA[<p>O presidente Jair Bolsonaro assinou, na última quinta-feira (6), Medida Provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para a produção e distribuição de 100 milhões de doses de uma das vacinas testadas contra a Covid-19. Trata-se do imunizante produzido pelo laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford e que está em fase de testes no Brasil sob a liderança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>A expectativa do Ministério da Saúde é de que 30 milhões de doses sejam fabricadas entre dezembro e janeiro e 70 milhões nos dois primeiros trimestres de 2021. Segundo Bolsonaro, o governo tem se esforçado em encontrar soluções para o tratamento da Covid-19.</p>
<p>“Procuramos meios no mundo de buscar a vacina e assinamos esse protocolo no passado, passamos a fazer parte deste seleto grupo. A nossa contrapartida é financeira, no momento, de quase R$ 2 bilhões. Talvez em dezembro exista a possibilidade da vacina e daí esse problema estará vencido poucas semanas depois”, destacou.</p>
<p>O acordo firmado entre o governo brasileiro e as instituições britânicas prevê que se a eficácia e a segurança da vacina forem comprovadas nos testes, a Fiocruz vai poder incorporar a tecnologia necessária para a produção das doses, que seriam disponibilizadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Vacina contra a Covid-19 começa a ser testada em voluntários de cinco estados e do DF</p>
<p>Pesquisadores da UnB estudam eficácia de imunobiológicos no tratamento da Covid-19</p>
<p>Pesquisadores brasileiros entram no páreo para a produção de vacina contra a Covid-19</p>
<p>Estágio<br />
A Medida Provisória editada pelo Executivo tem força de lei assim que publicada. No entanto, ela perde a validade caso não aprovada no Congresso Nacional em até 120 dias. De acordo com o Ministério da Saúde, R$ 1,3 bilhão são para os pagamentos previstos no contrato de Encomenda Tecnológica. Outros R$ 522,1 milhões serão destinados para a Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz responsável pela produção de imunobiológicos.</p>
<p>Atualmente, a vacina da Universidade de Oxford está no último estágio de estudo, que são os testes em humanos. Essa etapa é a última antes de uma possível produção em massa. No Brasil, cerca de cinco mil voluntários participam dos testes em três capitais: São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Os dados preliminares mostram que a vacina induziu a produção de anticorpos contra o novo coronavírus. Na última semana, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, afirmou que a eficácia do imunizante é próxima de 100% quando aplicado em duas doses.</p>
<p>O ministro da Saúde interino, Eduardo Pazuello, destacou que além da disponibilização da vacina, o Brasil poderá desenvolver a tecnologia nacional na área da saúde, com a incorporação do processo da AstraZeneca e da Universidade de Oxford.</p>
<p>“Estamos garantindo a aplicação de recursos em uma vacina que tem se mostrado uma das mais promissoras do mundo. Esse é um acordo de transferência de tecnologia [ao Brasil]. Isso significa que estamos garantindo a produção e entrega de 100 milhões de doses, além de trazer para o país a capacidade de utilizar essa nova tecnologia na indústria nacional e dar sustentabilidade ao Programa Nacional de Imunização”, disse.</p>
<p>Estratégia de vacinação<br />
Já se sabe que a vacina produzida pela Fiocruz vai ser distribuída pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), que atende o SUS. No entanto, o governo ainda não confirmou como seria a campanha de vacinação. Se seguir padrão semelhante ao que ocorre na imunização nacional contra a gripe, o Ministério da Saúde deve priorizar o grupo de risco que, no caso da Covid-19, é formado por idosos e pessoas com comorbidades e doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, por exemplo.</p>
<p>Outras vacinas<br />
Em paralelo ao trabalho desenvolvido em Oxford, outros laboratórios também estão na fase de testes clínicos com novas vacinas. Uma delas, conhecida como CoronaVac, também está sendo testada em brasileiros. A vacina é produzida pela empresa chinesa Sinovac Biotech e está sob a responsabilidade do Instituto Butantan no país.</p>
<p>Segundo o governador de São Paulo, João Dória, se a vacina se mostrar segura e eficaz, a produção começaria em novembro. A expectativa é de que 120 milhões de doses desse imunizante sejam produzidos. Em todo o mundo, há seis vacinas que estão no estágio mais avançado, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>No início do mês, a Rússia anunciou que planeja vacinar a sua população contra a Covid-19 já a partir de outubro, o que surpreendeu autoridades em saúde no mundo. Segundo o ministro da Saúde local, o Instituto Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia concluiu os ensaios clínicos e o imunobiológico deve ser registrado nesta quarta-feira (12). Após isso, as doses devem começar a ser produzidas.</p>
<p>Fonte: Brasil 61</p>
]]></content>
		
					<link rel="replies" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/mp-libera-quase-r-2-bilhoes-para-producao-de-100-milhoes-de-doses-da-vacina-contra-a-covid-19/#comments" thr:count="0" />
			<link rel="replies" type="application/atom+xml" href="https://site.radiorpc.net/mp-libera-quase-r-2-bilhoes-para-producao-de-100-milhoes-de-doses-da-vacina-contra-a-covid-19/feed/atom/" thr:count="0" />
			<thr:total>0</thr:total>
			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Administrador</name>
							<uri>https://site.radiorpc.net</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Reabertura das agências do INSS é adiada para 24 de agosto]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/reabertura-das-agencias-do-inss-e-adiada-para-24-de-agosto/" />

		<id>https://site.radiorpc.net/?p=585</id>
		<updated>2020-08-15T19:27:03Z</updated>
		<published>2020-08-15T19:27:03Z</published>
		<category scheme="https://site.radiorpc.net" term="News" />
		<summary type="html"><![CDATA[Com as agências ainda fechadas por conta da pandemia, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) decidiu expandir para todo o país o serviço de Exigência Expressa para entrega de documentos. Apelidado de “Drive Thru”, o serviço possibilita a entrega por meio de urnas posicionadas na entrada das agências. A medida vinha sendo adotada em [&#8230;]]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://site.radiorpc.net/reabertura-das-agencias-do-inss-e-adiada-para-24-de-agosto/"><![CDATA[<p>Com as agências ainda fechadas por conta da pandemia, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) decidiu expandir para todo o país o serviço de Exigência Expressa para entrega de documentos. Apelidado de “Drive Thru”, o serviço possibilita a entrega por meio de urnas posicionadas na entrada das agências. A medida vinha sendo adotada em algumas agências isoladas. Em São Paulo, a Exigência Expressa já era usada desde o mês passado. Agora, como o serviço presencial segue afetado, o órgão optou por adotar o modelo em todas as unidades.</p>
<p>De acordo com o INSS, 803 municípios agora contam com o serviço, sendo 215 em São Paulo, 158 na região Sul e 430 no Nordeste. A lista completa de agências que aderiram ao modelo pode ser conferida no site do INSS.</p>
<p>Reabertura das agências do INSS é adiada para 24 de agosto</p>
<p>INSS concede mais 60 dias para que beneficiários resolvam pendências junto ao órgão</p>
<p>Mas os interessados em usar o serviço precisam ficar atentos: antes de ir à agência é preciso agendar a entrega telefone 135 ou na plataforma Meu INSS. Tenha em mãos o número do protocolo do benefício em análise e nome e CPF da pessoa que efetivamente depositará o envelope na urna. Todo o processo é feito sem qualquer contato físico e sem acesso ao interior das agências.</p>
<p>Fonte: Brasil 61</p>
]]></content>
		
					<link rel="replies" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/reabertura-das-agencias-do-inss-e-adiada-para-24-de-agosto/#comments" thr:count="0" />
			<link rel="replies" type="application/atom+xml" href="https://site.radiorpc.net/reabertura-das-agencias-do-inss-e-adiada-para-24-de-agosto/feed/atom/" thr:count="0" />
			<thr:total>0</thr:total>
			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Administrador</name>
							<uri>https://site.radiorpc.net</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[“Cena de guerra”: após rompimento da barragem em Brumadinho (MG), sobreviventes pedem justiça e punições mais duras]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/cena-de-guerra-apos-rompimento-da-barragem-em-brumadinho-mg-sobreviventes-pedem-justica-e-punicoes-mais-duras/" />

		<id>https://site.radiorpc.net/?p=460</id>
		<updated>2020-07-13T12:37:49Z</updated>
		<published>2020-07-13T12:37:49Z</published>
		<category scheme="https://site.radiorpc.net" term="News" />
		<summary type="html"><![CDATA[Vinte e cinco de janeiro de 2019, 12h28. Foi nesse momento que a vida dos quase 40 mil habitantes do município de Brumadinho (MG) foi completamente transformada. Nesse dia, o Brasil assistiu a barragem na mina Córrego do Feijão se romper, matando ao menos 270 pessoas. Até hoje, onze ainda estão desaparecidas. Desde então, Josiana [&#8230;]]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://site.radiorpc.net/cena-de-guerra-apos-rompimento-da-barragem-em-brumadinho-mg-sobreviventes-pedem-justica-e-punicoes-mais-duras/"><![CDATA[<p>Vinte e cinco de janeiro de 2019, 12h28. Foi nesse momento que a vida dos quase 40 mil habitantes do município de Brumadinho (MG) foi completamente transformada. Nesse dia, o Brasil assistiu a barragem na mina Córrego do Feijão se romper, matando ao menos 270 pessoas. Até hoje, onze ainda estão desaparecidas. Desde então, Josiana Resende, 32 anos, amarga a perda da irmã, Juliana, e do cunhado Denis, que ainda está desaparecido. Na tragédia, o casal deixou órfão um casal de gêmeos, que tinha apenas dez meses na época – hoje, é Josiana que ajuda na criação dos bebês e mantém viva a memória dos pais.</p>
<p>“A cidade mudou completamente. Nos primeiros dias, parecia cena de guerra. Tudo muito tumultuado, as pessoas procurando por seus familiares que estavam desaparecidos, na esperança de encontrá-los ainda com vida”, lembra a técnica de enfermagem, com voz embargada. “Mas a dimensão da tragédia-crime ninguém tinha, até que as pessoas foram entendendo melhor o que aconteceu”, diz.</p>
<p>Josiane perdeu ainda vários amigos naquele dia – ela era funcionária da Vale, mineradora estatal responsável pela barragem. “Eu trabalhava no posto de saúde da mina e perdi praticamente a equipe toda. Como eu trabalhava de plantão, eu não estava lá. Por isso estou viva hoje”, emociona-se. No momento da ruptura, mais de 400 funcionários da companhia trabalhavam no local. “É esse o sentimento que fica, de confiança quebrada, de ter sido traída pela empresa.”</p>
<p>Apesar do sentimento constante de luto, Josiane ainda tem esperança. “Espero que o governo dê o apoio que a gente precisa e que as leis se tornem mais rígidas, ou que pelo menos a fiscalização seja mais eficaz para que outras famílias não passem pelo que estamos passando hoje. Tem que melhorar mesmo.”</p>
<p>Como uma tentativa de resposta ao rompimento em Brumadinho, em 2019, e em Mariana (MG), em 2015 (que matou quase 20 pessoas, sendo o maior desastre ambiental até então), um projeto de lei que institui a Lei de Segurança das Barragens (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135115" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PL 550/2019</a>) pode ganhar fôlego no Senado. Proposto pela senadora Leila Barros (PSB-DF), o texto estabelece maior controle sobre as barragens e endurece penas em caso de crimes ambientais, prevendo infrações e sanções que a lei que estabelece a Política Nacional de Segurança das Barragens (PNSB – <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12334.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei nº. 12.334/2010</a>) não apresenta.</p>
<p>Entre as medidas previstas pelo PL original, estão a alteração de alguns conceitos, como os de barragem e de quem pode ser o empreendedor da barragem, e o acréscimo de mais “etapas” antes, durante e depois da obra, como ouvir órgãos de proteção e defesa civil e a população da área parcialmente afetada na elaboração do Plano de Ação de Emergência (PAE), para definir medidas de segurança e procedimentos de evacuação em caso de emergência.</p>
<p>Outra mudança sugerida pelo texto do Senado é a obrigação de o órgão fiscalizado exigir do empreendedor da obra a contratação de seguro ou apresentação de garantia financeira para a cobertura de danos a terceiros e ao meio ambiente, em caso de acidente ou desastre nas barragens.</p>
<p>“Nós não vamos amenizar o sofrimento, a dor daqueles que perderam seus entes queridos nessas tragédias, mas estamos respondendo a toda sociedade, a todos que ficaram chocados e estarrecidos com as cenas de violência e destruição a que assistimos”, comenta a autora do projeto, Leila Barros.</p>
<p><img decoding="async" title="Crédito: Érica Passos" src="https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/agencia-radio-arb/2476/content_Barragens_%281%29.png" alt="" /></p>
<p>O texto passou pela avaliação dos deputados federais e, em maio deste ano, retornou ao Senado. A Câmara dos deputados fez acréscimos – afrouxando algumas medidas, endurecendo outras. Uma das propostas da Casa, talvez a mais significativa, é a proibição de construir novas barragens pelo método de alteamento a montante, que é quando se forma uma espécie de escada cujos degraus são feitos a partir dos rejeitos da mineração – semelhante ao modelo operado nas barragens rompidas em MG. Essa previsão, considerada mais severa, não está no texto original da senadora Leila Barros.</p>
<p>Hoje, 68 barragens operam dessa forma, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM) – mais da metade em Minas Gerais. O prazo para que as que ainda operam nesses moldes sejam descaracterizadas vai até 2027, dependendo da capacidade, como determina a <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-n-13-de-8-de-agosto-de-2019-210037027" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução 13</a> da autarquia.</p>
<p>A Agência mostra também outro dado preocupante: atualmente, são 838 barragens com algum nível de risco – 738 são classificadas como “sem emergência”, 39 estão no “nível 1”, seis no “nível 2” e quatro no “nível 3”, sendo esse último o nível com maior potencial de danos e risco de rompimento. Dessas, três são operadas pela mineradora estatal Vale e todas estão localizadas no estado mineiro.</p>
<p><img decoding="async" title="Crédito: Érica Passos" src="https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/agencia-radio-arb/2477/content_Barragens2_%281%29.png" alt="" /></p>
<h2>Barragens em MG</h2>
<p>Minas Gerais é o estado com o maior número de barragens (das 838 obras, 364 estão concentradas na unidade federativa). Ainda restam, na unidade federativa, 49 obras de alteamento a montante, nos moldes das barragens rompidas em Mariana e Brumadinho. Segundo a ANM, a fiscalização é feita por meio de relatório preenchido pelas próprias mineradoras e disponibilizado para a Agência.</p>
<p>Ouro Preto (MG) é um dos municípios com maior número de barragens em risco iminente (níveis 2 e 3). No final de junho, segundo informações da prefeitura local, a Vale (responsável pela operação da maior parte das barragens) entregou a primeira remessa de materiais para incremento dos recursos que serão utilizados para atender as comunidades, como equipamentos de proteção individual (capacetes resgate, óculos, capuz de segurança), ferramentas, mantas e colchões, entre outros. Esses equipamentos, destinados à Defesa Civil do município, serão aplicados em ações de rotina e salvamento.</p>
<p>Já no município de Rio Acima (MG), existe um plano de ação traçado, que foi elaborado logo após o rompimento da barragem na mina de Córrego do Feijão, em Brumadinho. Atualmente, o município conta com oito barragens, sendo três na categoria de risco nível 1.</p>
<p>De acordo com o coordenador municipal de Proteção e Defesa Civil da cidade, Márcio Eduardo, uma delas está passando por reforço para ser descaracterizada, por se tratar de barragem pelo método de alteamento a montante, e outra está em fase final desse procedimento.</p>
<p>“O município de Rio Acima trabalha com um Plano de Ação de Emergência das Barragens de Mineração (PAEBM). Nesse documento, temos todas as etapas do que deve ser feito em possível rompimento de barragem”, adianta. O PAEBM é um documento técnico que deve ser elaborado pelo empreendedor da obra de barragem, no qual estão identificadas as situações que possam colocar em risco a integridade da barragem, além de estabelecer ações para minimizar os danos com perdas de vida, às propriedades e às comunidades próximas à barragem.</p>
<h2>Texto na Câmara</h2>
<p>O <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=1AE1CF163E9FC164EAECEE7426D3EA5B.proposicoesWebExterno1?codteor=1895323&amp;filename=Tramitacao-PL+550/2019" target="_blank" rel="noopener noreferrer">texto</a> aprovado na Câmara dos Deputados modifica algumas propostas do texto original, proposto pela senadora Leila Barros. Os deputados federais alteraram algumas punições em caso de danos causados por acidente, incidente ou desastre com as obras. Em alguns deles, os deputados endureceram as sanções, como embargo da obra ou da atividade (no texto do Senado, esse embargo pode ser provisório), demolição da obra e apreensão de minérios, bens e equipamentos, entre outros.</p>
<p>Outra regra mais severa versa sobre multa. O valor sugerido pelos deputados federais é superior ao sugerido pelos senadores – pode variar de R$ 2 mil até R$ 1 bilhão. O texto também lista mais obrigações às construtoras, como a atualização periódica do plano de segurança para a obra, e a obrigatoriedade de a empresa notificar a Defesa Civil ao observar qualquer alteração nas barragens, além da criação de uma zona de salvamento, de segurança secundária e de um mapa de inundação.</p>
<p>Porém, a obrigação de as barragens de alto risco contratarem seguro contra desastres ambientais foi retirada do texto aprovado pelos deputados federais. O senador Carlos Viana (PSD-MG), em sessão virtual, afirmou ter muito respeito pelo trabalho dos deputados, mas foi enfático ao lembrar que o Senado é a casa de origem do projeto. “Nós deveremos, sim, rediscutir os pontos importantes e manter as mudanças que a gente entenda que estejam equilibradas para o País.”</p>
<p>A autora do projeto defende também a publicidade dos relatórios de fiscalização das empresas responsáveis pelas obras e o monitoramento em tempo real da estabilidade da barragem, utilizando o acionamento automático de sirenes, rotas de fugas e alarmes em caso de acidente – o que não foi apreciado pela Câmara dos Deputados. “Isso para evitar o que ocorreu em Brumadinho e Mariana, onde a população não recebeu o alerta de evacuação das áreas atingidas”, lembra Leila Barros.</p>
<p>O diretor de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Rinaldo Mancin, reforça a avaliação da senadora. “Sem dúvidas, os avanços dessa instrumentação e dos alertas são fatores que reforçam a segurança e, numa eventual emergência, o acionamento desses alarmes podem mobilizar a comunidade a ser evacuada”, pontua.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZR3IIj3gW4Q" width="770" height="450" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>Na opinião do diretor, no entanto, o projeto pode gerar alguns custos adicionais ao setor de mineração. “Descaracterizar uma barragem a montante é algo pouco testado ainda no mundo, diferentemente de uma barragem de água, em que você pode abrir a ‘torneirinha’ e deixar a água ir embora devagar. No nosso caso, estamos falando de rejeitos, que, em alguns casos, podem ser até tóxicos. Vamos ter que passar por uma profunda reformulação de como construir barragens”, reflete.</p>
<p>Apesar disso, Mancin elogia o projeto. “O PL é positivo para a sociedade brasileira e para a mineração. O setor se mostra convergente com a última versão, aprovada pela Câmara dos Deputados, e a nossa expectativa é que sejam mantidos os termos aprovados pelos deputados.”</p>
<p>O diretor da Agência Nacional de Mineração, Eduardo Leão, reforça outro ponto importante, na opinião dele, em relação ao projeto vindo da Câmara. Esse texto faz a menção ao Fundo Nacional do Meio Ambiente, acrescentando um inciso ao artigo 5º da lei original (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7797.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 7.797/1989</a>).</p>
<p>Caso aprovado, o artigo em questão, que trata das áreas onde serão consideradas prioritárias as aplicações de recursos financeiros, fica acrescido de “recuperação de áreas degradadas por acidentes ou desastres ambientais”. “Faltava realmente essa base legal. O PL ajuda bastante na nossa atuação para descaracterização, contingenciamento e atuação em emergências com barragens”, destaca.</p>
<h2>Atribuições da ANA</h2>
<p>O superintendente de Fiscalização da Agência Nacional de Águas (ANA), Alan Lopes, esclarece que as barragens rompidas em Minas Gerais eram de contenção de rejeitos de mineração. A responsabilidade pela segurança das barragens de Mariana e Brumadinho era das empreendedoras (Samarco e Vale, respectivamente) e a fiscalização da segurança, nesses casos, é da ANM.</p>
<p>“No caso de barragem de cumulação de água para diferentes usos, como irrigação e abastecimento público, a responsabilidade de fiscalização é da ANA em rios da União”, diferencia. Ele reforça que a prefeitura não tem atribuição de fiscalizar as barragens, mas pode ser responsável por barramentos em que atua como empreendedora.</p>
<p>“Nesse caso, elas têm várias obrigações perante a lei para evitar acidentes. Ela precisa elaborar plano de segurança de barragem, efetuar inspeções periódicas, executar inspeções especiais em casos de anomalias e fazer revisão periódica das barragens, reavaliando os projetos iniciais”, elenca. Em caso de dano potencial alto, Alan Lopes acrescenta que a prefeitura pode ser obrigada a ter um Plano de Ação Emergencial (PAE).</p>
<p>Outra atribuição da prefeitura relacionada a barragens, prevista em outra lei, é a de que municípios precisam organizar e estruturar órgãos de defesa civil e elaborar planos de contingência para eventuais acidentes em barragens. “Essa é uma deficiência grande em vários locais do País, mas é muito importante que os municípios estejam preparados para atender a população e minimizar os dados de um eventual acidente, mesmo que isso seja responsabilidade do empreendedor. É importante ter implementado esse plano em cada prefeitura”, ressalta.</p>
<p>As barragens que não atenderem aos requisitos de segurança, mesmo que sejam de acumulação de água, devem ser desativadas. “As prefeituras também devem estar atentas a isso”, conclui.</p>
<p>A Agência Nacional de Águas (ANA), segundo a Política Nacional de Segurança das Barragens (PNSB), cria regras para a acumulação de água, de resíduos industriais e a disposição final ou temporária de rejeitos. A estatal é responsável, também, por organizar, implantar e gerir o Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB) e receber denúncias dos demais órgãos ou entidades fiscalizadores sobre qualquer não conformidade que implique em risco imediato à segurança ou qualquer acidente ocorrido nas barragens, entre outros.</p>
<p><img decoding="async" title="Cena de Brumadinho logo após o rompimento da barragem na mina Córrego do Feijão/ foto: Corpo de Bombeiros" src="https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/agencia-radio-arb/2479/content_Brumadinho_Divulga%C3%A7%C3%A3oCorpodeBombeiros.jpg" alt="" /></p>
<h2>Reparos</h2>
<p>A geógrafa e moradora de Brumadinho Alexandra Andrade Costa, de 39 anos, também foi uma das vítimas da tragédia-crime da Vale, como é conhecido o episódio em MG. Ela conta que, no desastre, perdeu o irmão mais velho, que “era como um segundo pai”, um primo muito próximo e mais de 70 pessoas amigas e conhecidas.</p>
<p>“É lamentável a situação ocorrida em nossa cidade. O município mudou muito &#8211; para pior. Antes, era conhecido por suas belezas naturais, pelo turismo e pelo maior museu a céu aberto da América Latina. Hoje, é lembrada pela tragédia-crime da Vale”, lamenta.</p>
<p>Ela conta que a população aumentou muito após o ocorrido por causa do pagamento do auxílio emergencial. O benefício se estendeu a pessoas que moravam, até 25 de janeiro, a até um quilômetro da calha do Rio Paraopeba até a cidade de Pompéu. Para Alexandra, isso abalou ainda mais os nativos. “Antes morávamos em uma cidade tranquila e, de uma hora para outra, ela se transformou todinha. Perdeu a característica de lugar tranquilo. O trânsito ficou horrível, filas enormes em bancos, supermercados, lotéricas. Familiares desolados tentam retomar as vidas, mas sem saber como e por onde começar”, relata Alexandra.</p>
<p>Nessa segunda-feira (6), o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, esteve em Minas Gerais e assinou o Acordo de Multa Ambiental, em conjunto com a mineradora Vale, na Cidade Administrativa do governo mineiro, em Belo Horizonte.  O ato, segundo Salles, teve o objetivo de destinar o valor das multas decorrentes dos danos causados pelo rompimento em Brumadinho a ações ambientais no estado.</p>
<p>Durante o ato, o ministro frisou que a aplicação da multa de R$ 250 milhões foi uma das primeiras medidas tomadas pelo governo na época da ruptura. O anúncio, feito hoje, é para que essa multa seja revertida em investimentos para sete parques nacionais do estado, já que, na avaliação dele, o turismo é uma das pautas de interesse do governo.</p>
<p>“Isso vai arrumar os parques e deixar em condições de visitação, com toda infraestrutura necessária, além de investir em treinamento de pessoas e na geração de empregos”, disse o ministro em coletiva. O primeiro montante, de R$ 150 milhões, será aplicado em até três anos.</p>
]]></content>
		
					<link rel="replies" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/cena-de-guerra-apos-rompimento-da-barragem-em-brumadinho-mg-sobreviventes-pedem-justica-e-punicoes-mais-duras/#comments" thr:count="0" />
			<link rel="replies" type="application/atom+xml" href="https://site.radiorpc.net/cena-de-guerra-apos-rompimento-da-barragem-em-brumadinho-mg-sobreviventes-pedem-justica-e-punicoes-mais-duras/feed/atom/" thr:count="0" />
			<thr:total>0</thr:total>
			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Administrador</name>
							<uri>https://site.radiorpc.net</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Protocolo de Nagoya é primeiro passo para Brasil se tornar potência global em bioeconomia, avaliam deputados]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/protocolo-de-nagoya-e-primeiro-passo-para-brasil-se-tornar-potencia-global-em-bioeconomia-avaliam-deputados/" />

		<id>https://site.radiorpc.net/?p=451</id>
		<updated>2020-07-13T12:29:41Z</updated>
		<published>2020-07-13T12:08:34Z</published>
		<category scheme="https://site.radiorpc.net" term="News" />
		<summary type="html"><![CDATA[Aguardando que o Senado analise o quanto antes o PDL 324/2020, que ratifica o texto do Protocolo de Nagoia, o deputado Paulo Ganime (NOVO-RJ) aposta que a adesão brasileira pode atrair investimentos e expandir o mercado de bioeconomia. Segundo estimativa da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI), o setor pode render ao país US$ 400 milhões [&#8230;]]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://site.radiorpc.net/protocolo-de-nagoya-e-primeiro-passo-para-brasil-se-tornar-potencia-global-em-bioeconomia-avaliam-deputados/"><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-452" src="https://site.radiorpc.net/wp-content/uploads/2020/07/Luis-e-Ganime-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://site.radiorpc.net/wp-content/uploads/2020/07/Luis-e-Ganime-2-300x200.jpg 300w, https://site.radiorpc.net/wp-content/uploads/2020/07/Luis-e-Ganime-2.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><br />
Aguardando que o Senado analise o quanto antes o PDL 324/2020, que ratifica o texto do Protocolo de Nagoia, o deputado Paulo Ganime (NOVO-RJ) aposta que a adesão brasileira pode atrair investimentos e expandir o mercado de bioeconomia. Segundo estimativa da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI), o setor pode render ao país US$ 400 milhões nos próximos 20 anos. O acordo assinado pelo Brasil em 2011 prevê o acesso a recursos genéticos e a repartição dos benefícios obtidos com a exploração da diversidade biológica.</p>
<p>“Com a ratificação do Protocolo de Nagoya, o potencial da bioeconomia brasileira cresce muito, porque não só a exploração local da nossa biodiversidade, dos genomas aqui presentes, mas a descoberta de novos genomas, novas características da nossa biodiversidade podem fazer com que a gente também tenha utilização fora do Brasil, com retornos para o país através dessa remuneração que teremos”, acredita o parlamentar.</p>
<p>A matéria, já aprovada pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (8), estabelece que os países têm soberania sobre seus recursos genéticos. Com isso, a exploração de plantas, animais ou micro-organismos nativos por empresas ou organizações estrangeiras passa a depender de autorização expressa das nações detentoras.</p>
<p><strong><a href="https://www.brasil61.com/noticias/protocolo-de-nagoya-une-ruralistas-e-ambientalistas-e-abre-mercado-de-bioeconomia-para-o-brasil-pind202051">Protocolo de Nagoya une ambientalistas e ruralistas e abre mercado de bioeconomia para o Brasil</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://brasil61.com/noticias/representantes-do-mdr-e-da-ana-debatem-mudancas-apresentadas-no-novo-marco-legal-do-saneamento-basico-bras200712">Representante</a></strong><strong><a href="https://brasil61.com/noticias/representantes-do-mdr-e-da-ana-debatem-mudancas-apresentadas-no-novo-marco-legal-do-saneamento-basico-bras200712">s do MDR e da ANA debatem mudanças apresentadas no Novo Marco do Saneamento Legal</a></strong></p>
<p>O Protocolo de Nagoya define ainda que os lucros de produção e a venda de produtos elaborados com recursos genéticos serão obrigatoriamente compartilhados com o país de origem. Isso pode se dar por meio do pagamento de royalties, estabelecimento de parcerias, transferência de tecnologias ou capacitação.</p>
<p>“Muitas empresas conseguem usar parte da biodiversidade brasileira estando no Brasil, mas muitas delas preferem fazer parte da cadeia, seja o início da pesquisa ou fim da produção, fora do Brasil. Precisamos fazer com que a agregação de valor, seja no início ou fim da cadeia, também aconteça no Brasil. O Protocolo de Nagoya vai nesse sentido”, aponta Ganime.</p>
<p>O acordo internacional, que já foi ratificado por 126 países, foi criado pela Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), em 2010, e entrou em vigor em 12 de outubro de 2014. Caso o tratado seja referendado também no Senado, o Brasil passa a ter direito a voto na elaboração das regras internacionais sobre a repartição de benefícios, ou seja, o país passa a ter participação direta na agenda internacional da biodiversidade.<br />
O consultor de Propriedade Intelectual da Biotec Amazônia, Luiz Ricardo Marinello, avalia que a homologação do Protocolo de Nagoya é um passo significativo para o futuro da bioeconomia no Brasil.</p>
<p>“Até agora, o Brasil não tinha como sentar na mesma mesa e discutir a possibilidade de como ser utilizada a biodiversidade global frente a sua. Todos os países que são signatários da CDB [Convenção sobre Diversidade Biológica] e são signatários de Nagoya têm soberania para determinar como deve ser tratada a sua própria biodiversidade”, esclarece.</p>
<p>Para o deputado Luís Miranda (DEM-DF), a ratificação do Protocolo de Nagoya muda a visão de outros países sobre a política ambiental brasileira e beneficia o setor produtivo no mercado internacional.</p>
<p>“Nós garantimos com isso a participação efetiva do Brasil para negociar dispositivos desse protocolo. Teremos voz ativa nas conferências das Nações Unidas sobre mudanças do clima. A aprovação do protocolo vai tornar o nosso país uma grande potência no setor da biodiversidade. É um ganho para o futuro da nossa bioeconomia”, enfatiza.</p>
<p>Segundo Miranda, esse é o primeiro passo para a retomada de investimentos estrangeiros. “Há muito interesse na biodiversidade brasileira. O que esses interessados não tinham era uma segurança jurídica advinda desse protocolo. Fazer pesquisas com recursos genéticos requer tempo e investimento. Sem uma garantia legal, as empresas e entidades tinham receio”, completa o deputado.</p>
<p>A expectativa de setores como agronegócio, inovação e de energia renovável é que a adesão ao Protocolo de Nagoya seja capaz de fazer do Brasil uma potência mundial na bioeconomia, alavancando investimentos em produção de biocombustíveis, exploração sustentável da biodiversidade, biossegurança e desenvolvimento sustentável, por exemplo.</p>
]]></content>
		
					<link rel="replies" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/protocolo-de-nagoya-e-primeiro-passo-para-brasil-se-tornar-potencia-global-em-bioeconomia-avaliam-deputados/#comments" thr:count="0" />
			<link rel="replies" type="application/atom+xml" href="https://site.radiorpc.net/protocolo-de-nagoya-e-primeiro-passo-para-brasil-se-tornar-potencia-global-em-bioeconomia-avaliam-deputados/feed/atom/" thr:count="0" />
			<thr:total>0</thr:total>
			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Administrador</name>
							<uri>https://site.radiorpc.net</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Em laboratório, antivirais contra Hepatite C conseguem conter Covid-19]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/em-laboratorio-antivirais-contra-hepatite-c-conseguem-conter-covid-19/" />

		<id>https://site.radiorpc.net/?p=448</id>
		<updated>2020-07-13T12:31:40Z</updated>
		<published>2020-07-13T11:57:46Z</published>
		<category scheme="https://site.radiorpc.net" term="Saúde" />
		<summary type="html"><![CDATA[Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estudam aplicar um antiviral originalmente usado contra hepatite C no tratamento da Covid-19. Os testes, realizados em células in vitro mostram que a droga daclatasvir teve bons resultados ao inibir a replicação do novo coronavírus. A droga também reduziu a produção de substâncias inflamatórias associadas aos casos graves da doença. No artigo científico que divulgou [&#8230;]]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://site.radiorpc.net/em-laboratorio-antivirais-contra-hepatite-c-conseguem-conter-covid-19/"><![CDATA[<p>Pesquisadores da<a href="https://portal.fiocruz.br/"> Fundação Oswaldo Cruz</a> (Fiocruz) estudam aplicar um antiviral originalmente usado contra hepatite C no tratamento da <a href="https://www.brasil61.com/noticias/tag/covid-19">Covid-19</a>. Os testes, realizados em células in vitro mostram que a droga daclatasvir teve bons resultados ao inibir a replicação do novo coronavírus. A droga também reduziu a produção de substâncias inflamatórias associadas aos casos graves da doença.</p>
<p>No<a href="https://www.biorxiv.org/content/10.1101/2020.06.15.153411v1"> artigo científico</a> que divulgou a descoberta, os pesquisadores ponderam que antivirais contra o vírus da hepatite C estão entre os mais seguros e por isso defendem a realização de ensaios clínicos. Contudo, defendem também cautela na liberação de medicamentos contra o novo coronavírus.</p>
<p><strong><a href="https://www.brasil61.com/noticias/tratamentos-experimentais-contra-covid-19-ganham-forca-no-brasil-bras200678">Tratamentos experimentais contra covid-19 ganham força no Brasil</a></strong></p>
<p>“Estamos vivendo aquela figura de linguagem de ‘trocar o pneu do carro com carro em movimento’. O mundo só tem 5 meses de conhecimento sobre essa doença. Não tenho dúvida que a ciência vai entregar o melhor cronograma de antiviral, anti-inflamatório ou anticoagulante. Só que isso leva tempo. Como a gente ainda não tem essas respostas, o isolamento social e o uso de máscara é o recomendado”, orienta Thiago Moreno,  pesquisador do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde  da Fiocruz (CDTS) e líder do estudo.</p>
<p>Os testes tanto com o daclatasvir como com outro antiviral usado contra hepatite C, o sofosbuvir, foram aplicados em três tipos de células, inclusive pulmonares humanas. As duas drogas agiram impedindo que o vírus replicasse seu material genético, contudo foi o daclatasvir que apresentou efeitos mais potentes. A substância foi até 4 vezes mais eficiente do que a cloroquina e também mais eficiente do que a combinação entre lopinavir e ritonavir, coquetel em fase de testes clínicos.</p>
<p>O infectologista Alberto Chebabo, do Laboratório Exame, comemora os resultados da pesquisa da Fiocruz, mas ressalta a importância da realização de testes em humanos: “É uma droga com atividade in vitro, como temos várias outras, mas que precisa ser comprovada. Temos muitas substancias que nos estudos em células isoladas certifica uma boa atuação, mas que na hora dos ensaios clínicos elas não se mostram eficazes”, explica.</p>
<h2>Vacina</h2>
<p>A Fiocruz também trabalha, em Minas Gerais, no desenvolvimento de uma possível vacina contra o novo coronavírus, que atualmente é testada em animais. A vacina sintética contém pequenas partes de proteínas do vírus Sars-CoV-2 capazes de induzir a produção de anticorpos específicos no processo de defesa do organismo.</p>
<p><img decoding="async" src="https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/agencia-radio-arb/2485/content_vacinas-covid-19.jpg" alt="" /></p>
<div id="credits" class="hidden-text">Fonte: <a href="https://www.brasil61.com/noticias/em-laboratorio-antivirais-contra-hepatite-c-conseguem-conter-covid-19-bras200748" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil 61</a></div>
]]></content>
		
					<link rel="replies" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/em-laboratorio-antivirais-contra-hepatite-c-conseguem-conter-covid-19/#comments" thr:count="0" />
			<link rel="replies" type="application/atom+xml" href="https://site.radiorpc.net/em-laboratorio-antivirais-contra-hepatite-c-conseguem-conter-covid-19/feed/atom/" thr:count="0" />
			<thr:total>0</thr:total>
			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Administrador</name>
							<uri>https://site.radiorpc.net</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Publicidades]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/publicidades/" />

		<id>https://site.radiorpc.net/?p=262</id>
		<updated>2020-06-11T12:41:14Z</updated>
		<published>2020-06-11T11:38:36Z</published>
		<category scheme="https://site.radiorpc.net" term="agenda" />
		<summary type="html"><![CDATA[]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://site.radiorpc.net/publicidades/"><![CDATA[]]></content>
		
			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Administrador</name>
							<uri>https://site.radiorpc.net</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Anna Of The North conquista público brasileiro com “Lovers”]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://site.radiorpc.net/anna-of-the-north-conquista-publico-brasileiro-com-lovers/" />

		<id>https://site.radiorpc.net/?p=81</id>
		<updated>2020-06-11T12:41:19Z</updated>
		<published>2020-06-03T15:46:16Z</published>
		<category scheme="https://site.radiorpc.net" term="News" />
		<summary type="html"><![CDATA[Se você já assistiu a Para Todos Os Garotos Que Já Amei, novo sucesso da Netflix, irá se lembrar de “Lovers”, música da Anna of the North. Não entraremos em detalhes para evitar spoilers, mas a música embala uma cena muito importante do filme, que se passa em uma jacuzzi! Já sabe do que estamos falando?]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://site.radiorpc.net/anna-of-the-north-conquista-publico-brasileiro-com-lovers/"><![CDATA[<p>Se você já assistiu a <em><strong>Para Todos Os Garotos Que Já Amei</strong></em>, novo sucesso da <strong>Netflix</strong>, irá se lembrar de <strong><em>“Lovers”,</em></strong> música da <strong>Anna of the North</strong>. Não entraremos em detalhes para evitar spoilers, mas a música embala uma cena muito importante do filme, que se passa em uma jacuzzi! Já sabe do que estamos falando?</p>
]]></content>
		
			</entry>
	</feed>
